sábado, 5 de outubro de 2013

Panaceia

Entorpecida no desejo do ser
A alma afoga-se em turvas águas
Vermelho, frio
Efêmero desejo
Estúpido pudor,
Cobre-lhe a face
As retinas fatigadas
Sondam-lhe o corpo,
Sem amor
Escrúpulos,
estúpidos
As retinas já não vêem,
A escuridão se instalou
Este desejo adocicado
É panaceia da alma,
Ilumina as trevas
Mas a alma ainda afoga-se
nas turvas águas da vida
Que levam......... e lavam........
Essa noite impetuosa.

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