Eu invento os dias,
Conto as horas,
São minhas mentiras,
Minhas histórias,
Meus sonhos, pesadelos...
Minhas desilusões, devaneios...
No escuro eu vejo,
O nada estático,
No claro eu não vejo,
Nada provável,
Tocável... Nada viável...
Corro pelo nada,
Sem ver ou entender,
Será que existe alguém confiável?
Neste sonho, sou eu manipulável?
Ou manipulo?
Vai saber...
Será que pode entender?
Minha loucura,
Distorço palavras,
Minha fissura,
Poesia misturada...
Em um mundo de palavras que soam como musica, e são tão reais quanto seus sonhos, existe um castelo onde todas as histórias se reúnem para um chá das 5... O que está esperando? Você é o convidado especial.
domingo, 18 de agosto de 2013
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Afogado
Aqui pus-me em pé.
Com água até o pescoço,
Já não havia mais fé,
Na qual buscasse conforto.
A água subia cada vez mais,
mais e mais e mais
Meus pés não tocavam o chão,
Eu sentia na cabeça as batidas do meu coração.
Olhei para cima e vi a luz,
Brilhava,
A onda me conduz.
Brincava.
De quando em quando tocavam no chão meus dedos,
Sentia-me seguro,
Porém em seguida a água desenhava meus medos.
Estava absorto,
Não apenas na água,
Em pleno conforto.
Meus pensamentos voavam,
A água me cobria
Minhas fantasias brincavam.
E minha imaginação vagava para o norte,
Como seria a face da morte?
Com água até o pescoço,
Já não havia mais fé,
Na qual buscasse conforto.
A água subia cada vez mais,
mais e mais e mais
Meus pés não tocavam o chão,
Eu sentia na cabeça as batidas do meu coração.
Olhei para cima e vi a luz,
Brilhava,
A onda me conduz.
Brincava.
De quando em quando tocavam no chão meus dedos,
Sentia-me seguro,
Porém em seguida a água desenhava meus medos.
Estava absorto,
Não apenas na água,
Em pleno conforto.
Meus pensamentos voavam,
A água me cobria
Minhas fantasias brincavam.
E minha imaginação vagava para o norte,
Como seria a face da morte?
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