Novamente cá estou em meus devaneios tolos. Minha mente vaga por sonhos desgarrados, inescrupulosos...
' Vejo-te. Tua tez pálida reflete a luz de um luar límpido. Vem de encontro a mim. Tua mão úmida de suor e desejo toca a minha puxando-me para ti. Vou, sem medo, sem receio, apenas atiro-me em teus braços que apertam-me contra o teu corpo. Sinto teu coração batendo forte. Talvez estejas nervoso, talvez penses que tudo isso é errado, que tudo isso não deveria ser feito. Em meu peito, meu pobre coração exclama, grita, clama por ti! Arde em fogo de paixão como o ferro a se derreter em lava. Solta teus braços de mim e afasta-te. Olha-me com certo ar de compaixão, mas, afasta-te.
Meus olhos ardem, quero-te aqui, perto de mim. Quero-te aqui como homem! Nego deixar-te ir, seguro tua mão e sem palavra alguma, imploro-te a ficar. Não afasta-te de mim se não morro! Morro em ardência de paixão, morro com o seio rasgado de tanta angústia de ter-te longe, morro com o coração a gritar teu nome. Tu puxa-me de volta a ti, aperta-me forte. Acaricia meu rosto como um anjo acaricia tua protegida. Porém, há mais profanidades nestas carícias do que pode-se imaginar. Tua mão escorrega-me o busto e em teus lábios derreto-me. Estes, com gosto do mais puro mel. Mel e desejo... Já não há mais escrúpulo algum, tu já esqueceras de todo e qualquer empecilho que possa existir entre nós. Eu já me esquecera de todo e qualquer pudor que me cobria a face, ou o corpo. Estamos sós a luz do luar que se reflete em nosso suor. Louca paixão que tenho febre! Deliro em êxtase. Teus braços seguram-me com força. Teus olhos sondam-me de modo que parece que vês minha alma. Em meio à insânia deste que é meu mais impetuoso sonho, entrego-me a ti...'
É quando algo na realidade me chama atenção, e percebo, infelizmente, que novamente, tudo não passou de um devaneio... Doce e ardente devaneio...
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' Vejo-te. Tua tez pálida reflete a luz de um luar límpido. Vem de encontro a mim. Tua mão úmida de suor e desejo toca a minha puxando-me para ti. Vou, sem medo, sem receio, apenas atiro-me em teus braços que apertam-me contra o teu corpo. Sinto teu coração batendo forte. Talvez estejas nervoso, talvez penses que tudo isso é errado, que tudo isso não deveria ser feito. Em meu peito, meu pobre coração exclama, grita, clama por ti! Arde em fogo de paixão como o ferro a se derreter em lava. Solta teus braços de mim e afasta-te. Olha-me com certo ar de compaixão, mas, afasta-te.
Meus olhos ardem, quero-te aqui, perto de mim. Quero-te aqui como homem! Nego deixar-te ir, seguro tua mão e sem palavra alguma, imploro-te a ficar. Não afasta-te de mim se não morro! Morro em ardência de paixão, morro com o seio rasgado de tanta angústia de ter-te longe, morro com o coração a gritar teu nome. Tu puxa-me de volta a ti, aperta-me forte. Acaricia meu rosto como um anjo acaricia tua protegida. Porém, há mais profanidades nestas carícias do que pode-se imaginar. Tua mão escorrega-me o busto e em teus lábios derreto-me. Estes, com gosto do mais puro mel. Mel e desejo... Já não há mais escrúpulo algum, tu já esqueceras de todo e qualquer empecilho que possa existir entre nós. Eu já me esquecera de todo e qualquer pudor que me cobria a face, ou o corpo. Estamos sós a luz do luar que se reflete em nosso suor. Louca paixão que tenho febre! Deliro em êxtase. Teus braços seguram-me com força. Teus olhos sondam-me de modo que parece que vês minha alma. Em meio à insânia deste que é meu mais impetuoso sonho, entrego-me a ti...'
É quando algo na realidade me chama atenção, e percebo, infelizmente, que novamente, tudo não passou de um devaneio... Doce e ardente devaneio...
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